quinta-feira, 12 de junho de 2008

Uma questão de mamas

Acho engraçada a polémica que envolveu o belo do decote do vestido usado por Angela Merkel na inaugração da nova Ópera de Oslo.

Os tabloides alemães fartaram-se de falar dos atributos da Senhora. E esta mostrou-se muito surpreendida com toda esta "polémica".

Não têm coisas melhores para se debruçarem?!

Livro

O Reino das Mulheres. O Último Matriarcado.


Ricardo Coler
Quetzal
190 pp
+/- 17€

"Sinopse:
Como será uma sociedade em que mandam as mulheres? Ricardo Coler viajou até ao último dos matriarcados e começou a sua exploração cheio de perguntas e de dúvidas. Será que os papéis que assumimos e o carácter das nossas relações familiares, sexuais, laboriais são naturais, adquiridos ou impostos? O apaixonante relato de Coler revela-nos que a sexualidade e a família podem seguir vias separadas, que o casamento não é a única, nem sequer a mais importante, das instituições familiares. Nesta sociedade, ninguém precisa de um parceiro para se sentir feliz, e também o valor atribuído ao dinheiro e à violência difere muito do nosso. Um relato surpreendente que nos deslumbra e nos convida a reflectir acerca do nosso próprio estilo de vida, já vendeu mais de 180.000 exemplares, na Argentina, sendo uma boa sugestão para o Dia da Mãe."


citado de Webbom.pt

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Livro




«Por que é que a felicidade só é verdadeira quando o é para sempre?»

O Leitor
de Bernhard Schlink
Edições ASA
10,50 €

Sinopse:

Michael Berg, um adolescente nos anos 60, é iniciado no amor por Hanna Schmitz, uma mulher madura, bela, sensual e autoritária. Ele tem 15 anos, ela 36. Os seus encontros decorrem como um ritual: primeiro banham-se, depois ele lê, ela escuta, e finalmente fazem amor. Este período de felicidade incerta tem um fim abrupto quando Hanna desaparece de repente da vida de Michael.
Michael só a encontrará muitos anos mais tarde, envolvida num processo de acusação a ex-guardas dos campos de concentração nazis. Inicia-se então uma reflexão metódica e dolorosa sobre a legitimidade de uma geração, a braços com a vergonha, julgar a geração anterior, responsável por vários crimes.

O Leitor, é desde O Perfume, o romance alemão mais aplaudido nacional e internacionalmente.
Foi traduzido em 39 línguas e está presentemente a ser adaptado ao cinema.
Vencedor de vários prémios.

Livro



Mil Sóis Resplandecentes
de Khaled Hosseini
Editorial Presença
19,80€


“Aprende já isto e aprende bem, minha filha: assim como a agulha de uma bússola aponta para o Norte, também o dedo acusador de um homem encontra sempre uma mulher. Sempre. Recorda-te disso, Mariam.” Profecia? Mariam mal sabia quantas vezes estas palavras da mãe, Nana, iriam ecoar na sua cabeça.
Nana e Mariam pertencem a duas gerações de afegãs. Nana, a mãe, estava noiva quando engravidou de um homem rico e nasceu Mariam , a quem Nana nunca deixou esquecer a sua condição de bastarda num país onde as mulheres, mesmo sem carregarem a bastardia, têm “apontado o dedo acusador do homem”, como escreveu Khaled Hosseini, um dos mais recentes fenómenos literários mundiais, escritor afegão, radicado nos Estados Unidos, médico que deixou de exercer quando publicou O Menino de Cabul, agora adaptado ao cinema pelo realizador Marc Forster.

Foi em 2004. Desde então o romance de estreia de Hosseini vendeu mais de quatro milhões de exemplares em todo o mundo. Três anos depois, Hosseini regressava e, antes mesmo de estar nas livrarias, a editora teve de mandar fazer cinco edições de Mil Sóis Resplandecentes, tal o número de encomendas.

O sucesso anterior ameaçava repetir-se. Assim foi. No final desse ano, o segundo romance deste afegão que cresceu na Califórnia estava nos tops de todos os países onde foi publicado e chegou a número um nos Estados Unidos e em Inglaterra, numa altura em que tinha competidores de peso como o último livro da saga Harry Potter, ou o mediático O Segredo .

Khaled Hosseini passou a ser o mais famoso escritor afegão de sempre, uma fama à escala mundial só possível graças à sua nacionalidade americana. O livro chega agora às livrarias portuguesas no momento em que o filme, O Menino de Cabul, passa nas salas de cinema.
É Khaled ao quadrado em versão portuguesa.

in http://timeout.sapo.pt/news.asp?id_news=1104

Excertos da entrevista da Historiadora Irene Pimentel

"[A História] é uma disciplina que exige uma tendência para a objectividade, que nunca será absoluta. A História é sempre vista pelo tempo presente, e pelo presente do historiador."

"O mais difícil em História é escrever de uma forma lisível. Os bons historiadores são bons narradores, põem-se no papel do leitor."

"Dedicou o Prémio Pessoa aos jovens historiadores e às mulheres. Porquê?Aos jovens historiadores que fazem este trabalho nas horas vagas, porque em Portugal ser historiador não é profissão. E às mulheres, considerando-me feminista, porque vivi numa sociedade em que a mulher era maltratada."

Vencedora do Prémio Pessoa 2007.
(Revista Máxima - Maio 2008)